Luz, câmera, ação!
 

É a partir de uma ideia na cabeça e uma câmera na mão que as mais lindas histórias são compartilhadas mundo afora. A sétima arte, que arrebanha gente de todos os continentes, tem seu espaço garantido na cidade. Trata-se do Festival de Cinema de Jaraguá do Sul, em sua terceira edição, que a princípio ocorreria em maio, mas que teve que ser reinventada por causa da pandemia. Desta vez, o evento será on-line, de 25 a 27 de junho, preservando a saúde dos participantes.

A organização conta com um número recorde de inscrições neste ano (377, oriundos de todos os Estados brasileiros, Argentina e Itália), quase 100 a mais que em 2019, quando houve 280. No primeiro ano do festival, em 2018, foram 230 os inscritos. Os apreciadores poderão apreciar, em plataforma digital, 147 filmes selecionados e outros oito participam como convidados. 

O Festival de Cinema de Jaraguá do Sul tem como idealizador o cartunista e produtor argentino radicado no Brasil há mais de 10 anos, Isaac Huna. Criou-se o Instituto Fescine, que tem a missão de promover, incentivar e divulgar a produção de audiovisual fora do eixo Rio – São Paulo, tendo como apoiadores o arquiteto Ronaldo de Lima, o administrador e escritor Nelson Pereira, a promoter Claudia Caglioni Mahfud, a empresária Sally Neitzel Caropreso, a produtora cultural Mariana Pires e o servidor público e gestor de projetos Dino de Lucca Moreira.

O Instituto Fescine, ainda em fase de estruturação, buscou apoio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, que acolheu o projeto e assumiu sua realização por meio da titular da pasta, a então Professora Natália Lúcia Petry, com o apoio do Prefeito Antídio Lunelli.

Desta forma, nasce o 1º Festival de Cinema, TV e on-line de Jaraguá do Sul, realizado no Pequeno Teatro SCAR, entre 14 a 19 de maio de 2018, contando com mais de 200 filmes inscritos e 75 selecionados para exibição ao público jaraguaense.

O troféu foi criado pela designer Jack Ferrari (21), lageana que mora e trabalha em Florianópolis. A inspiração para o desenho veio de um dos elementos que formam a bandeira jaraguaense: a águia heráldica, que em outros tempos era símbolo de coragem e força, sendo que as asas representam o acolhimento do festival a variados gêneros cinematográficos.

“Ao tomar emprestado um ícone da bandeira da cidade, Jack também faz menção aos colonizadores que chegaram e ficaram. Assim, fica também registrado o desejo de continuidade do evento,” avalia o colunista Rubens Herbst, em sua matéria do dia 19 de maio de 2018, no jornal O Correio do Povo.

A exemplo da Feira do Livro e do Festival de Música de Santa Catarina (Femusc), o Festival de Cinema de Jaraguá do Sul marca sua trajetória na cidade.

Vida longa ao Festival de Cinema de Jaraguá do Sul.


 
 
 
 

 
    














 
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